Infância e Adolescência

Acompanhamento especializado do nascimento até os 17 anos, sempre com escuta e respeito ao tempo, personalidade e desenvolvimento de cada pessoa.

Dra. Cirleine Couto sentada no sofá com o livro Autismo e Professores. Foto: Revista 100 Fronteiras, ago/26

Foto: Revista 100 Fronteiras · ago/26

Aqui as crianças e os adolescentes têm voz ativa

Na infância e adolescência, o sofrimento psíquico pode ser expresso em palavras, mas também no comportamento, no sono, na escola, no social, na brincadeira, no corpo. Por isso, avaliar uma criança exige mais do que escutar: exige observar, contextualizar, investigar o desenvolvimento como um todo.

A Dra. Cirleine reúne formação em Pediatria (Instituto Fernandes Figueira / Fiocruz) e em Psiquiatria da Infância e Adolescência (ABP / AMB), uma amplitude de conhecimentos e experiências que permitem compreender cada caso de maneira abrangente, aliando o olhar pediátrico ao psiquiátrico.

Dupla formação – Pediatria e Psiquiatria da Infância e Adolescência

Principais demandas atendidas

Cada caso é avaliado individualmente em consulta. As informações abaixo servem apenas de orientação e não substituem a avaliação médica.

TDAH

Desatenção, dispersão, hiperatividade e impulsividade que impactam na escola, na socialização e na rotina geral da criança.

Transtorno do Espectro Autista (TEA)

Diagnóstico especializado e plano terapêutico preciso.

Ansiedade na infância e adolescência

Medos excessivos, ansiedade de separação, fobias e preocupação constante no dia a dia.

Depressão na adolescência

Tristeza persistente, irritabilidade, isolamento social e mudanças marcantes de comportamento.

Dificuldades escolares e de aprendizagem

Investigação detalhada quando o rendimento ou a adaptação escolar indicam a necessidade de olhar especializado.

Transtornos do sono na infância

Dificuldades persistentes para adormecer, despertares frequentes, pesadelos e sono agitado.

Tiques ou comportamentos compulsivos

Movimentos ou vocalizações involuntárias e repetitivas, comportamentos compulsivos de repetição de rotinas e rituais, que causam desconforto, ansiedade e sofrimento emocional.

Questões de comportamento e conduta

Desafios intensos e frequentes de oposição ou impulsividade no convívio familiar e social.

Dra. Cirleine Couto sentada no sofá com bonecos e brinquedos na mesa de atendimento. Foto: Revista 100 Fronteiras, ago/26

Foto: Revista 100 Fronteiras · ago/26

O método da consulta

Com crianças e adolescentes, a abordagem respeita o momento de vida e a fase do desenvolvimento cognitivo. A escuta ocorre sem julgamentos, com leveza e há ênfase na construção do vínculo de confiança terapêutico. Suas opiniões são respeitadas e levadas em consideração em todo o processo.

Ao final, reunimos toda a família para dialogar sobre possíveis diagnósticos, terapêuticas e psicoeducação.

"Compreender crianças e adolescentes é também respeitar seu tempo, sua história e seu modo de ver o mundo."

Autismo: experiência, pesquisa e acolhimento

O cuidado às crianças autistas é uma das áreas mais profundas da trajetória da Dra. Cirleine. Realizou mestrado em Saúde Pública em Região de Fronteira na UNIOESTE / PR, com ênfase em autismo. Idealizou, articulou o projeto e atuou como voluntária no Centro de Atendimento à Criança com Autismo (CENCRIA), com o objetivo de disponibilizar atendimentos com valor social aos autistas, projeto pioneiro na ocasião.

É também autora do livro "Autismo e Professores: Diagnóstico Precoce, Inclusão Escolar e Rede de Atenção Psicossocial" (Appris, 2021), que une sua experiência clínica à formação de educadores.

CENCRIA

Projeto de cuidado à criança com autismo, referência na região de Foz do Iguaçu.

Mestrado

Pesquisa sobre o TEA na Educação Infantil na UNIOESTE.

Autora

Livro publicado sobre autismo, diagnóstico precoce e inclusão escolar.

Cuidar da criança é cuidar do entorno

Nenhuma criança cresce isolada do seu contexto. Por isso, o acompanhamento vai além da consulta: inclui orientação parental, articulação com escolas e diálogo com os demais profissionais que acompanham a família — psicólogos, fonoaudiólogos, terapeutas ocupacionais e neuropediatras.

Quando procurar avaliação

Não existe um "momento certo" único — mas alguns sinais indicam que vale a pena buscar uma avaliação especializada:

Quanto mais cedo o entendimento, mais caminhos se abrem para a criança e para a família.
Buscar avaliação é um ato de cuidado, não um rótulo.

"Cada criança tem seu jeito de sentir, compreender e se expressar. Meu papel é ajudar a traduzir essas singularidades em cuidado."

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